Aquele menino quer ser realmente amigo ou mais do que isso ??
Isso são coisas que acontecem diariamente com muitas meninas mais que nem sempre elas enchergam o que está acontecendo.
Sabe aquele garoto que chega em você para puxar assunto e que depois que pegam uma certa amizade começam a dar algumas indiretas do tipo : Nossa, nunca tinha repadado como você é linda!,Seu namorado tem sorte!,faria qualquer coisa para ter um beijo seu!,quando te toco sinto vontade de te beijar!, tudo isso com aquele tom meio que inofenssivo?
Pois é, esses são os perigosos amigos com segundas intenções...
Muitas vezes você já percebeu isso e quer retribuir, tudo bem vá em frente e arrisque seus dons de consquista.
Mais se você é daquelas e demorou uma década para perceber isso e não quer nada com o carinha e também não quer magoá-lo, aqui vão algumas dicas:
1- Se ele falar sobre o seu corpo ( ex: nossa que peitos, pernas essas coisas ) agradeça o elogio e mude de assunto.
2-Se ele ficar te chamando para sair o tempo todo ou querendo ir até a sua casa todos os dias e por causa disso você romper com outros compromissos, diga a ele que não vai poder sair ou recebê-lo em sua casa nesse dia pois tem outros compromissos.Para não ser indelicada, marque para um outro dia e cumpra!
3-Se você tiver namorado e ele falar o tempo todo que você tem que terminar com o seu gatinho para ficar com ele..SINAL DE ALERTA..com certeza ele vai querer algo mais sério com você e depois pode se machucar..
Não termine o namoro e não traia o namorado.Se esse "amigo" for aquele gato, (vai doer o coração) mais seja firme e sempre diga não, sempre com um pretesto para não magoar o coração alheio.
Dica para as que ainda não enxergaram que os "amiguinhos" querem algo a mais:
Se ele começar a te mimar de mais,ou viver te tratando como se você fosse a única mulher do mundo, abre o olho fofa..ele não quer ser apenas teu amigo.Só não vale romper amizade que você tem por ele por causa disso OK?!
aqui estarei postando de tudo,notícias,micos,novidades,bolas foras,darei continuidade ao livro Toreon Wyne e muito mais...
Tudo o que você mais gosta!
Viva como quiser, extravase .Só não deixe a vida perder a cor !
terça-feira, 16 de março de 2010
Toreon Wyne- Os primeiros sintomas
Sempre fui extremamente cuidadosa e vaidosa, aos meus dezesseis anos de idade, muitas pessoas começaram a me olhar diferente e muitas meninas me invejavam pela extrema beleza que comecei a possuir, os garotos então nem se fale, sempre tentavam paquerar mais sempre levaram não atrás de não. Nunca havia entendido o motivo de tanta beleza, eu não era parecida com minha mãe, muito menos com meu pai, claro mais mesmo assim sempre me perguntei como pode dois seres humanos gerar um bebe que após grande tivesse tudo tão atraente.
O tempo passou e dois meses após meu aniversário de dezessete anos comecei a sentir algumas coisas estranhas.
Comecei a ver o mundo de uma forma diferente, de uma forma como se eu pudesse possuir tudo com muita simplicidade e sem muito esforço, como se eu pudesse fazer tudo o que as pessoas fazem sem precisar ir muito longe.
Não entendia o porquê disso tudo, só sei que era muito estranho tudo o que sentia. Os dias foram se passando e ocorreram algumas pequenas mudanças na minha forma de agir. Eu que era sempre tão extrovertida e faladeira, estava ficando mais reservada e quieta, como se eu tivesse medo de que o mundo me descobrisse. Por que isso? Se fosse há algum tempo atrás eu não saberia lhe responder.
Mais alguns dias se passaram e eu fui percebendo que eu era sensível ao sol. Comuniquei aos meus pais e eles me levaram ao médico,o Dr. Celso , logo após citar meus sintomas a ele, o mesmo diagnosticou que eu era portadora de porfiria.
A porfiria é um grupo de distúrbio herdado ou adquirido que envolve enzimas que participam do processo de síntese do heme.Muitas vezes essa doença, pode causar clareamento na pele e hipersensibilidade á luz solar. Em alguns casos a mesma pode causar desfigurações nos portadores e também a necessidade de ingerir sangue para poder repor os glóbulos vermelhos do corpo.
O médico pediu exames para ter uma certeza do diagnóstico, meus pais sem prensarem duas vezes aceitaram fazer os exames. Eu fiz todos eles e depois marquei com o Dr. Celso um retorno ao seu consultório para que ele pudesse avaliar os exames e dar uma resposta concreta. Ele olhou exame por exame, duas ou três vezes e nada me disse. Após alguns minutos de silêncio ele me olhou e falou :
Bianca, você não tem doença nenhuma. Fique tranqüila e viva em paz.
Eu fiquei tão feliz, mais tão feliz com o que ouvi que mal pude acreditar.
A partir desse dia eu passei a não dar tanta atenção aos meus sintomas. Mais um dia liguei para duas de minhas amigas, a Natasha e a Cocic para irmos há praia. Elas passaram em minha casa, e como sempre me esperaram, pois não tinha terminado de me aprontar ainda. Coloquei um biquíni preto com detalhes em strass, e uma mini saia de tecido molinho por cima da parte de baixo do biquíni. Saímos de minha casa, em um extenso trajeto de sombra, logo passamos para um trecho de sol. O inesperado aconteceu, assim que saí ao sol, apareceram duas manchas roxas em meu abdômen, um pouco acima do umbigo, e uma grande mancha roxa em meus braços e minhas pernas. O impressionante é que as manchas do abdômen, uma tinha o formato da letra T maiúscula e a outra que se localizava bem ao lado do T com o formato de um W.
Já as dos braços e das pernas eram mais impressionantes ainda, pois eram brilhantes e roxas e notei que nos braços estava escrito Ethel Maundrell em cada um deles e nas pernas também. Joguei a toalha em cima de mim, encobertando tudo isso que estava muito estranho e voltei pra sombra, pois estava apavorada sem entender nada do que estava acontecendo. Minhas amigas acharam que eu tava louca por voltar correndo e foram atrás de mim. Perguntaram o que eram aquelas manchas e aquele nome. Respondi que era uma tinta corporal cintilante que só brilhava a luz do sol, elas pediram para mim um pouco dessa tinta e eu disse que não tinha mais.
Alguns meses se passaram após aquele fenômeno e desde aquele dia não havia mais saído ao sol justamente por medo de alguém ver se aquelas letras aparecessem em mim novamente, por isso resolvi não arriscar, e nada de errado vinha acontecendo comigo, no momento estava passando por uma faze estável em meus argumentos mais tinha uma pergunta que não queria calar, e era o que seriam aquelas manchas em meu corpo. Parecia até coisa de filme, novela sei lá, algo desse tipo. Certo dia resolvi perguntar aos meus pais por que aquilo havia acontecido comigo, pois pensava, ah tanta gente por ai e logo eu tinha que ser a escolhida para ganhar um jogo, sei lá que jogo seria esse e sei lá entre quem seria essa disputa, na qual eu receberia “belíssimas” manchas roxas pelo meu corpo todo. Embora realmente no meu ponto de vista as manchas fossem lindas, e fala sério, não é todo dia que agente vê esse tipo de coisa. No meu caso todo dia sim, bastava eu ter o mínimo de boa vontade e me expor a luz solar, mais isso não vem ao caso, acreditei que meus pais podiam me dar ótimos argumentos sobre o acontecido, afinal de contas eles são meus pais. Infelizmente eles não sabiam de nada e nem ao menos me falar o que poderia ser.
A partir desse dia decidi fazer pesquisas sobre o que havia acontecido comigo.
No site de buscas nada encontrei que fizesse sentido, até que resolvi procurar por ETHEL MAUNDRELL no site na qual me encontrava e mais uma vez minha pesquisa falhara. Até que nesse site procurando por minhas fascinações que desde pequena eram coisas sobrenaturais encontrei um livro que fez muito sucesso chamado Crepúsculo, comprei um no mesmo dia e comecei a ler. Sinceramente adorei esse livro e resolvi comprar os outros da coleção. No final do ultimo livro já estava com o seguinte pensamento: Bem que eu podia tem um vampiro como o Edward ou o Jasper para mim, ou melhor, bem que eu podia ser com eles.
Acredito que o sonho de toda garota é ter um namorado assim. Enfim, comecei há sentir alguns dias depois que algo muito estranho aconteceria. Que eu receberia uma noticia de algum familiar que cairia como uma bomba em meu colo. Na mesma noite sonhei que um ancião me revelaria que eu era filha de vampiros e que eu era uma vampira também.
O sonho havia sido tão real que eu inicialmente até achei que era verdade assim que acordei, mais depois cai em si e percebi que as chances de eu ser uma vampira era completamente remota, por apenas três motivos:
Primeiro e principal: meus pais eram super normais
Segundo: embora tivesse acontecido aquele fato comigo no dia do clube eu também era super normal
Terceiro e último: Vampiros não existem, e claro passei a vida toda ouvindo isso dos meus pais e acreditando nisso.
Ou seja, completamente impossível eu ser um ser assim. Mesmo porque no mundo em que vivemos é quase que errôneo as chances de um vampiro viver de acordo com a humanidade. Os humanos baniriam os vampiros caso sua sociedade vampirica ser pouco populosa.
O tempo passou e dois meses após meu aniversário de dezessete anos comecei a sentir algumas coisas estranhas.
Comecei a ver o mundo de uma forma diferente, de uma forma como se eu pudesse possuir tudo com muita simplicidade e sem muito esforço, como se eu pudesse fazer tudo o que as pessoas fazem sem precisar ir muito longe.
Não entendia o porquê disso tudo, só sei que era muito estranho tudo o que sentia. Os dias foram se passando e ocorreram algumas pequenas mudanças na minha forma de agir. Eu que era sempre tão extrovertida e faladeira, estava ficando mais reservada e quieta, como se eu tivesse medo de que o mundo me descobrisse. Por que isso? Se fosse há algum tempo atrás eu não saberia lhe responder.
Mais alguns dias se passaram e eu fui percebendo que eu era sensível ao sol. Comuniquei aos meus pais e eles me levaram ao médico,o Dr. Celso , logo após citar meus sintomas a ele, o mesmo diagnosticou que eu era portadora de porfiria.
A porfiria é um grupo de distúrbio herdado ou adquirido que envolve enzimas que participam do processo de síntese do heme.Muitas vezes essa doença, pode causar clareamento na pele e hipersensibilidade á luz solar. Em alguns casos a mesma pode causar desfigurações nos portadores e também a necessidade de ingerir sangue para poder repor os glóbulos vermelhos do corpo.
O médico pediu exames para ter uma certeza do diagnóstico, meus pais sem prensarem duas vezes aceitaram fazer os exames. Eu fiz todos eles e depois marquei com o Dr. Celso um retorno ao seu consultório para que ele pudesse avaliar os exames e dar uma resposta concreta. Ele olhou exame por exame, duas ou três vezes e nada me disse. Após alguns minutos de silêncio ele me olhou e falou :
Bianca, você não tem doença nenhuma. Fique tranqüila e viva em paz.
Eu fiquei tão feliz, mais tão feliz com o que ouvi que mal pude acreditar.
A partir desse dia eu passei a não dar tanta atenção aos meus sintomas. Mais um dia liguei para duas de minhas amigas, a Natasha e a Cocic para irmos há praia. Elas passaram em minha casa, e como sempre me esperaram, pois não tinha terminado de me aprontar ainda. Coloquei um biquíni preto com detalhes em strass, e uma mini saia de tecido molinho por cima da parte de baixo do biquíni. Saímos de minha casa, em um extenso trajeto de sombra, logo passamos para um trecho de sol. O inesperado aconteceu, assim que saí ao sol, apareceram duas manchas roxas em meu abdômen, um pouco acima do umbigo, e uma grande mancha roxa em meus braços e minhas pernas. O impressionante é que as manchas do abdômen, uma tinha o formato da letra T maiúscula e a outra que se localizava bem ao lado do T com o formato de um W.
Já as dos braços e das pernas eram mais impressionantes ainda, pois eram brilhantes e roxas e notei que nos braços estava escrito Ethel Maundrell em cada um deles e nas pernas também. Joguei a toalha em cima de mim, encobertando tudo isso que estava muito estranho e voltei pra sombra, pois estava apavorada sem entender nada do que estava acontecendo. Minhas amigas acharam que eu tava louca por voltar correndo e foram atrás de mim. Perguntaram o que eram aquelas manchas e aquele nome. Respondi que era uma tinta corporal cintilante que só brilhava a luz do sol, elas pediram para mim um pouco dessa tinta e eu disse que não tinha mais.
Alguns meses se passaram após aquele fenômeno e desde aquele dia não havia mais saído ao sol justamente por medo de alguém ver se aquelas letras aparecessem em mim novamente, por isso resolvi não arriscar, e nada de errado vinha acontecendo comigo, no momento estava passando por uma faze estável em meus argumentos mais tinha uma pergunta que não queria calar, e era o que seriam aquelas manchas em meu corpo. Parecia até coisa de filme, novela sei lá, algo desse tipo. Certo dia resolvi perguntar aos meus pais por que aquilo havia acontecido comigo, pois pensava, ah tanta gente por ai e logo eu tinha que ser a escolhida para ganhar um jogo, sei lá que jogo seria esse e sei lá entre quem seria essa disputa, na qual eu receberia “belíssimas” manchas roxas pelo meu corpo todo. Embora realmente no meu ponto de vista as manchas fossem lindas, e fala sério, não é todo dia que agente vê esse tipo de coisa. No meu caso todo dia sim, bastava eu ter o mínimo de boa vontade e me expor a luz solar, mais isso não vem ao caso, acreditei que meus pais podiam me dar ótimos argumentos sobre o acontecido, afinal de contas eles são meus pais. Infelizmente eles não sabiam de nada e nem ao menos me falar o que poderia ser.
A partir desse dia decidi fazer pesquisas sobre o que havia acontecido comigo.
No site de buscas nada encontrei que fizesse sentido, até que resolvi procurar por ETHEL MAUNDRELL no site na qual me encontrava e mais uma vez minha pesquisa falhara. Até que nesse site procurando por minhas fascinações que desde pequena eram coisas sobrenaturais encontrei um livro que fez muito sucesso chamado Crepúsculo, comprei um no mesmo dia e comecei a ler. Sinceramente adorei esse livro e resolvi comprar os outros da coleção. No final do ultimo livro já estava com o seguinte pensamento: Bem que eu podia tem um vampiro como o Edward ou o Jasper para mim, ou melhor, bem que eu podia ser com eles.
Acredito que o sonho de toda garota é ter um namorado assim. Enfim, comecei há sentir alguns dias depois que algo muito estranho aconteceria. Que eu receberia uma noticia de algum familiar que cairia como uma bomba em meu colo. Na mesma noite sonhei que um ancião me revelaria que eu era filha de vampiros e que eu era uma vampira também.
O sonho havia sido tão real que eu inicialmente até achei que era verdade assim que acordei, mais depois cai em si e percebi que as chances de eu ser uma vampira era completamente remota, por apenas três motivos:
Primeiro e principal: meus pais eram super normais
Segundo: embora tivesse acontecido aquele fato comigo no dia do clube eu também era super normal
Terceiro e último: Vampiros não existem, e claro passei a vida toda ouvindo isso dos meus pais e acreditando nisso.
Ou seja, completamente impossível eu ser um ser assim. Mesmo porque no mundo em que vivemos é quase que errôneo as chances de um vampiro viver de acordo com a humanidade. Os humanos baniriam os vampiros caso sua sociedade vampirica ser pouco populosa.
Toreon Wyne- O Início
Oi, eu me chamo Bianca Tamaryskere, tenho 17 anos e moro com meus pais Jack Tamaryskere e Anelise Tamaryskere na cidade de Cianorte, uma média cidade do Paraná com aproximadamente 25 mil habitantes localizada entre Tapejara e Maringá.
Somos uma família de origem italiana, nasci em Veneza Itália e quatro dias após meu nascimento nos mudamos para o Brasil.
Meu pai é dono de uma empresa multinacional localizada em São Paulo e minha mãe e médica, especializada em ortopedia.
Sempre tive uma vida boa, não sei o que é passar por dificuldades financeiras, infelizmente esse fato sempre muito me incomoda pelo simples e errôneo gesto de algumas pessoas que insistem em me tachar como patricinha. Isso definitivamente não sou eu e tão pouco a minha personalidade.
Quase sempre procurei me inspirar nas muitas frases populares que existem por ai e tentei não fugir do meu próprio conceito. Confesso que isso nunca foi fácil!
Eu sempre sonhei com um conto de fadas um pouco estramudado por mim. A palavra estramudado vem de estramudar que é a junção de estragar com mudar. Não sei aonde vi isso mais gostei!
Sempre tive muita atração por contos sobrenaturais, historinhas de horror, festas de Halloween, fotos de monstros, filmes de terror, lendas urbanas, livros de suspense, enfim, tudo o que provoca medo na maioria das pessoas.
Somos uma família de origem italiana, nasci em Veneza Itália e quatro dias após meu nascimento nos mudamos para o Brasil.
Meu pai é dono de uma empresa multinacional localizada em São Paulo e minha mãe e médica, especializada em ortopedia.
Sempre tive uma vida boa, não sei o que é passar por dificuldades financeiras, infelizmente esse fato sempre muito me incomoda pelo simples e errôneo gesto de algumas pessoas que insistem em me tachar como patricinha. Isso definitivamente não sou eu e tão pouco a minha personalidade.
Quase sempre procurei me inspirar nas muitas frases populares que existem por ai e tentei não fugir do meu próprio conceito. Confesso que isso nunca foi fácil!
Eu sempre sonhei com um conto de fadas um pouco estramudado por mim. A palavra estramudado vem de estramudar que é a junção de estragar com mudar. Não sei aonde vi isso mais gostei!
Sempre tive muita atração por contos sobrenaturais, historinhas de horror, festas de Halloween, fotos de monstros, filmes de terror, lendas urbanas, livros de suspense, enfim, tudo o que provoca medo na maioria das pessoas.
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